A origem da própria Famecos – Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - se dá a partir do surgimento do Curso de Jornalismo. Em 1951, através do Decreto-lei nº 29.831 concedido pelo governo federal, o curso de jornalismo foi autorizado, passando a funcionar no ano letivo de 1952. Provas orais e escritas foram realizadas para o ingresso da primeira turma, que iniciou em março, com 64 alunos matriculados nas disciplinas da 1ª série, estando o curso localizado nas dependências do prédio do Colégio Nossa Senhora do Rosário, através da Faculdade de Filosofia da então Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
Em 11 de abril de 1956, através do Decreto nº 39.008, o Curso de Jornalismo foi reconhecido pelo governo federal. Já em 28 de janeiro de 1964, através do Parecer nº 7/64, o Conselho Federal de Educação autorizou o desdobramento, solicitado pela Direção da Faculdade de Filosofia, para a criação da Escola de Jornalismo, com 120 alunos matriculados.
Em 1965, a Escola de Jornalismo passou a denominar-se Faculdade dos Meios de Comunicação Social, Famecos.
O bacharelado em Jornalismo já formou cerca de 5 mil profissionais.
Reconhecimento
O curso de Jornalismo de Comunicação Social da PUCRS foi o primeiro do Brasil a receber o certificado de acreditação do Conselho Latino-Americano de Credenciamento de Educação em Jornalismo (Claep), entidade administrada pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP). O credenciamento reconhece o curso como adequado ao padrão internacional de qualidade e distingue os alunos formados com um selo no diploma.
Desde essa primeira turma de alunos formados, a exemplo do que ocorreu em todas as demais até a data de hoje, salientaram-se expressivos nomes do jornalismo Rio-grandense, muitos já com fama nacional e internacional.
A Famecos dá ênfase aos trabalhos práticos dos acadêmicos, pois considera o período de faculdade como tempo de fazer, cometerem equívocos e tirar lições dos erros antes de sair para o mercado de trabalho.
Duração
Para formar-se bacharel em jornalismo é necessário no mínimo 4 anos e no máximo 7 anos.
Vagas
O curso de jornalismo oferece 80 vagas.
Turno
Paras as 80 vagas disponíveis existem duas opções de turno: Manhã ou Noite.
Créditos
O currículo do curso de jornalismo é dividido em 8 semestres totalizando 181 créditos, além de 150 horas de atividades complementares.
Ingresso
Para iniciar uma graduação em jornalismo é necessário realizar o Concurso Vestibular para ingresso nos cursos da PUCRS. O vestibular é realizado nos meses de julho e dezembro. Maiores informações no site: www.pucrs.br/vestibular.
A PUCRS oferece também a possibilidade de ingresso extravestibular nos cursos de graduação através de transferência, ingresso de diplomado.
Local do Curso
O curso de bacharel em jornalismo é realizado na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Avenida Ipiranga, 6681 – Prédio 7
Porto Alegre/RS – Brasil
Fone: (51) 3320-3500 – ramal 4119
E-mail: jornalismo@pucrs.br
Coordenador do curso
Atualmente o curso de jornalismo possui 676 alunos matriculados e 40 professores no corpo docente, coordenados pelo Prof. Me. Vitor Necchi. A coordenação curso localiza-se no prédio 7, sala 213.
Objetivo do Curso
Formar profissionais da comunicação com uma visão ética, humanística, histórica e crítica e, que ao mesmo tempo, atendam às características do mercado de trabalho acompanhando a evolução social, econômica e política da realidade nacional e internacional, com o apoio das novas tecnologias.
Atuação Profissional
O Jornalista poderá atuar nos meios eletrônicos e impressos de comunicação: rádio, jornal e televisão (aberta ou a cabo) e Internet, em empresas prestadoras de serviços como produtoras de vídeo e áudio; em educação, pesquisa, consultoria e assessoria em organizações, empresas e instituições públicas e privadas.
Símbolo do jovem jornalista
A foca, é símbolo do jornalista novo, inexperiente. Entre as muitas histórias existentes consta que o apelido vem dos remotos tempos do flash a magnésio. Os fotógrafos dos jornais preparavam suas máquinas: focavam e deixavam o obturador- uma pequena "janela”- aberto. Quando todos estavam prontos, alguém riscava um fósforo numa placa de magnésio e ela "explodia" num clarão. Essa luz passava pelo obturador aberto e impressionava a chapa, o avô do filme. Ocorre que alguns fotógrafos, inexperientes, demoravam para preparar a máquina - e atrasavam os outros. "Espera, estou focando”. E os outros: "Foca logo, caramba". E mais tarde... "Ih, lá vem o foca".