Inmetro: etiqueta de eficiência energética deve ter informação clara
Brasília - As informações das etiquetas dos aparelhos eletrodomésticos, relativas ao desempenho do produto e à sua eficiência energética, deverão estar claramente visíveis ao consumidor nos pontos de venda. A determinação, do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), passa a valer a partir desta terça-feira, com a publicação da Portaria 164 no Diário Oficial da União.
Os 28 tipos de eletrodomésticos submetidos à avaliação do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) deverão ostentar a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence), que não poderá ser retirada e nem ter sua visualização obstruída por qualquer outra informação anexada pelos fornecedores.
A norma vale também para todas as propagandas veiculadas em rádio, televisão e sítios eletrônicos de venda. No caso do comércio virtual, a responsabilidade recai sobre o administrador do site de vendas. De acordo com o Inmetro, a medida tenta evitar a retirada da etiqueta e a utilização do espaço para a fixação de cartazes e anúncios, prática comum nos pontos de venda.
Além disso, a medida ajuda a prover o consumidor de informações úteis, que podem influenciar a decisão de compra, levando em consideração outros atributos, além do preço, no momento da aquisição dos produtos. Serve também como incentivo à indústria no que diz respeito à inovação e à evolução tecnológica dos produtos.
A racionalização do uso da energia no Brasil começou a ser pensada pelo Inmetro em 1984, por meio de discussões com a sociedade e a criação de programas de avaliação sobre a eficiência energética dos equipamentos disponíveis no mercado nacional. Inicialmente pensado para o setor automotivo, por causa das crises do petróleo que afetaram o mundo na década de 1970, o projeto foi redirecionado, ampliado e ganhou o nome de Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).
Senado aprova projeto que aumenta fiscalização de importados
O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (3) projeto de lei que aumenta a fiscalização de produtos importados. A proposta, de autoria do deputado federal Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), retornará para a Câmara, uma vez que foi modificada pelos senadores.
A proposta propõe um controle mais rígido de qualidade nos produtos que chegam ao Brasil, com o objetivo de impedir que empresas nacionais sofram com a concorrência de produtos estrangeiros vendidos com custo menor.
O projeto prevê que órgãos responsáveis pela regulamentação técnica, como o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), possam atuar nas alfândegas realizando a fiscalização dos produtos importados.
Alterações O projeto recebeu quatro emendas dos senadores, das quais três na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e uma na Comissão de Meio Ambiente (CMA).
Entre as emendas, estão sugestões feitas pela Receita Federal, em que fica mais explicada a aplicação de penas como suspensão e cancelamento do registro de importador. Também foi acrescentada uma emenda a fim de se evitar questionamentos da Organização Mundial do Comércio (OMC).
PROGRAMA DE ANÁLISE DE PRODUTOS AVALIOU 11 DIFERENTES MARCAS DE PILHAS
O Programa de Análise de Produtos avaliou 11 diferentes marcas de pilhas alcalinas e 4 de Zinco-manganês, além de 4 quatro pilhas irregulares e/ ou piratas, cedidas pelo Fórum Nacional de Combate à Pirataria e Ilegalidade (FNCP). Os produtos foram submetidos a três tipos de ensaios: tensão máxima de circuito aberto; duração mínima; e ensaios químicos. Os resultados evidenciaram uma menor durabilidade e excesso de metais pesados nas pilhas irregulares e/ou piratas.
"Constatamos que o mercado dispõe de produtos conformes. Apenas uma marca apresentou não conformidade à regulamentação. Mas o consumidor deve ficar atento às marcas piratas, pois o barato pode sair caro: duram bem menos, oferecem muitos riscos à saúde, com metais pesados acima dos níveis tolerados, além da agressão ao meio ambiente", disse Rose Maduro, coordenadora do Programa.
Enquanto as marcas piratas apresentaram irregularidades, os resultados demonstram que a tendência do mercado de pilhas alcalinas e zinco-manganês originais é a de Conformidade em relação à regulamentação vigente, já que apenas uma das 15 marcas analisadas foi reprovada.
"O consumidor deve estar atento ao descarte das pilhas, que não deve ocorrer no lixo comum. É importante reforçar os aspectos ligados ao ciclo de vida e descarte desse tipo de produto, estimulando assim, práticas de consumo mais conscientes e sustentáveis," finalizou Rose.
O Inmetro encaminhará os resultados da análise ao IBAMA, a fim de subsidiar as discussões acerca da revisão da Regulamentação, bem como para a Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica (ABINEE), e para o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), para conhecimento. Paralelamente, o Inmetro estudará junto ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) a possibilidade de exigir a certificação das pilhas comercializadas no Brasil, como forma de evidenciar as que atendem à regulamentação do Conama, dificultar a colocação de pilhas piratas no mercado nacional e facilitar a fiscalização do cumprimento do regulamento.
Inmetro publica consulta pública para os fornos elétricos comerciais
A exemplo do que já ocorre com refrigeradores, condicionadores de ar, veículos e até edifícios, o Inmetro vai estender o uso da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia para informar o consumo e a eficiência energética dos fornos elétricos comerciais, com objetivo de prevenir acidentes e estimular o setor industrial a produzir equipamentos de padaria mais eficientes. As propostas foram publicadas no dia 11 de janeiro, no Diário Oficial da União e ficarão em consulta pública por 60 dias, encerrando-se o prazo em 12 de março de 2012. Os equipamentos, presentes em 80% das quase 63 mil padarias que existem no país, são responsáveis por cerca de 15% dos custos de manutenção dos estabelecimentos que, em sua maioria (cerca de 96%), são pequenas empresas.
A criação de um programa de etiquetagem de fornos elétricos de padaria foi apresentada pelo SEBRAE, em conjunto com a ABIEPAN (Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos para Panificação, Biscoitos e Massas Alimentícias) e ABIP (Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria), que realizou uma pesquisa na qual ficou constatada que o consumo energético de estabelecimentos como as padarias tornou-se uma das principais preocupações do panificador, devido ao grande custo que representa no estabelecimento. A pesquisa mostrou que na composição de todos os gastos, a energia elétrica corresponde, em média, a 30% desse total, tendo como grande vilão o forno elétrico. O programa tem caráter estratégico para o setor panificador, tendo em vista que fornos mais eficientes podem representar até 30% a menos de consumo de energia elétrica.
A pesquisa indica que o gasto médio de uma padaria de pequeno, médio e grande portes, por exemplo, é de R$ 2.038,10, R$ 6.147,00 e R$ 10.000,00 por mês. Extrapolando os valores médios de consumo energéticos para todas as padarias do país, o estudo chegou a um valor de 5,28 bilhões KW / ano, considerando o mapeamento de 53 mil padarias, feito anteriormente pela instituição. Em mapeamento posterior, a ABIP levantou o número de 63 mil padarias, o que elevaria ainda mais a estimativa total do consumo energético das padarias. Na mesma pesquisa, levantou-se também que cerca de 75 % das padarias utilizam fornos elétricos. "Com esses números, acreditamos que a economia de energia conseguida pelo novo programa pode beneficiar não apenas os empresários, mas principalmente o bolso dos consumidores, já que o custo de fabricação dos pães pode ser bastante reduzido", afirma Marcos Borges, coordenador do Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro.
Segundo os dados da revista Padaria Moderna, 23,48% dos fornos elétrico possuem menos que dois anos, 30,36% possuem entre 3 a 5 anos, 28,01% possuem de 6 a 10 anos e 18,15% possuem mais de 10 anos. A partir desses dados, conclui-se que 76,52% possuem mais de 3 anos e 46,16% mais de 6 anos, o que implica num maior consumo de energia, uma vez os fornos mais antigos tendem a consumir mais energia.
Além de influenciar a decisão de compra de quem vai adquirir o forno - nesse caso, o empresário panificador - o programa tem como objetivo estimular o desenvolvimento de equipamentos mais eficientes. É uma corrida pelo melhor produto. Isso deverá incentivar a substituição gradual dos equipamentos mais antigos, afinal, 70% dos fornos elétricos hoje em operação tem mais de oito anos de uso. E idade avançada, nesse caso, significa menos eficiência.
Serão avaliados também os seguintes requisitos de segurança: limite de temperaturas máximas do aparelho e do ambiente; simulação de uso para avaliar se desgastes comprometem a segurança; possibilidade de acesso às partes perigosas; riscos de incêndio e danos mecânicos durante o funcionamento; e proteção contra choque elétrico.
Inmetro revisa eficiência energética de eletrodomésticos
O Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), do Inmetro, está revisando os níveis de eficiência energética de geladeiras, fogões, fornos e ar-condicionado. Com a atualização, a estimativa é de que aproximadamente 40% dos aparelhos domésticos, apenas, permaneçam como 'A'. E quem sai lucrando é o consumidor. Ao trocar aparelhos de baixa eficiência, aqueles classificados como 'E', pelos de menor consumo, os que têm classe 'A', pode economizar mais de R$ 600 por ano na conta de luz. "Por ano, o consumidor pode economizar cerca de R$ 120 ao optar pelo condicionador de ar mais eficiente. Ou seja, considerando o tempo de vida útil do produto, em uma década ele estará comprando outro produto novo com o que se economiza com a sua utilização diária", destaca Marcos Borges, coordenador do PBE.
O valor foi calculado levando em conta a economia que pode ser feita com a troca de diferentes aparelhos, dentro da nova classificação de eficiência. "Na prática, essa revisão significa que os eletrodomésticos terão que consumir entre 3% e 5% menos energia para receber a nota máxima de avaliação. Os produtos da atual classe 'E' não poderão mais ser comercializados a partir de 2013. Quem comprar um aparelho mais eficiente ('A') poderá ter economia acima de 10%", calcula Marcos.
O PBE foi iniciado em 1984 para promover a fabricação de produtos mais econômicos e de menor impacto ambiental, dando aos consumidores informações que permitam selecionar produtos de maior eficiência em relação ao consumo, e melhor utilizar eletrodomésticos, possibilitando economia de energia. Somente os programas de refrigeradores e condicionadores de ar são responsáveis por uma economia de energia de pelo menos R$ 2,4 bilhões que, desde 1984, deixaram de impactar nas contas de energia da população. Comparativamente, estamos falando de aproximadamente 3,2 milhões de toneladas de CO2 ou quase 20,5 milhões de árvores salvas com a economia gerada nesses 28 anos. Os refrigeradores, por exemplo, são hoje 60% mais eficientes do que há 10 anos.
"Até então, cerca de 80% dos aparelhos domésticos estão na classificação 'A'. Para isso, o Inmetro faz periodicamente revisões dos programas, induzindo a indústria a implementar melhorias nos aparelhos, que vão gradativamente subindo de faixa na etiquetagem. O consumidor, por sua vez, pode exercer seu direito de escolha com base nessa informação, selecionando produtos de maior eficiência e menor consumo de energia", disse Borges.
A revisão ocorre, em média, a cada quatro anos ou quando a quantidade de produtos 'A' e 'B' alcança um número excessivamente alto no mercado. Na média, os produtos que estavam na faixa de 50% a 90% na Classe 'A' passarão a estar representados numa parcela em torno de 15% a 30%. "Se de um lado o acúmulo em A e B denota um esforço dos fabricantes em aperfeiçoar os seus produtos, revelando a importância do PBE, por outro lado a medida adotada pelo Inmetro é um instrumento para que as indústrias não se acomodem e continuem desenvolvendo inovações tecnológicas que aumentem a eficiência de seus produtos. A classificação atualizada estará disponível para o consumidor a partir de janeiro de 2013", finalizou o coordenador.
Levando em conta uma tarifa de luz de R$ 0,35 por kWh/mês, pode se concluir que ao trocar um aparelho 'E' por um 'A', se economiza por ano:
RS 80 - com o ventilador de mesa
RS 240 - com a troca das lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes compactas
RS 38 - com o refrigerador de uma porta (230 litros)
RS 100 - com um refrigerador combinado (300 litros)
RS 37 - com o condicionador de ar tipo janela 7.500 BTUs
RS 124 - com o condicionador de ar split 9.000 BTUs
RS 80 - com o fogão forno a gás
Sobre os Selos Procel e Conpet
O Programa Brasileiro de Etiquetagem, coordenado pelo Inmetro, etiqueta os produtos com a classificação de "A" a "E". Complementarmente, os mais eficientes em cada categoria são premiados com os Selos Procel e Conpet, premiações de caráter voluntário concedidas, respectivamente, pela Eletrobras e pela Petrobras. O Selo Procel premia os equipamentos elétricos e o Selo Conpet aqueles que consomem gás. Ambos os programas servem para acelerar a melhoria tecnológica, funcionando de forma integrada com a etiquetagem do Inmetro.
Requisitos da Avaliação da Conformidade (RAC) - Portaria 371
A partir de 1º de julho de 2012, fabricantes e importadores de eletrodomésticos não poderão mais comercializar produtos que não atendam aos Requisitos da Avaliação da Conformidade (RAC), publicados na portaria 371 em dezembro de 2009. Aparelhos de 97 famílias de eletrodomésticos, dentre eles campeões de venda como ferros de passar roupa, secadores e pranchas de cabelo, torradeiras, sanduicheiras, nacionais e importados, passaram a ser certificados compulsoriamente por Organismos de Certificação acreditados pelo Instituto, sobretudo no item segurança elétrica.
Esta iniciativa fortalece ainda mais o mercado brasileiro, e foi decidida após a realização de uma série de discussões com a indústria de eletrodomésticos e análise de diversos relatórios de ensaios do Programa de Análise de Produtos, para verificar a viabilidade do programa.
"Entre os produtos certificados estão máquinas de costura, fritadeiras, cafeteiras, processadores, fogões e fornos elétricos. Mas ficaram fora da nova regulamentação os refrigeradores, condicionadores de ar, aquecedores, fogões e fornos a gás, aparelhos que integram o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), os quais são avaliados pelo Inmetro dentro do programa de avaliação da eficiência energética, inclusive, quanto aos aspectos de segurança", explica Leonardo Rocha, gerente-substituto da Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade.
Além de aumentar a segurança do usuário, a certificação favorece a concorrência justa entre os produtos nacionais e importados, já que todos têm de seguir, obrigatoriamente, os requisitos das normas de segurança. Desde julho de 2011 fabricantes e importadores não podem mais fabricar e importar aparelhos fora das exigências. O comércio terá até 1º de janeiro de 2013 para escoar o estoque de produtos nacionais e importados que estejam fora dos padrões definidos pela regulamentação.
LABELO vence o 1º Prêmio Nacional de Acreditação da Cgcre
O LABELO foi o vencedor do 1º Prêmio Nacional de Acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) com o trabalho Proposição de melhoria na declaração do escopo de serviços para laboratórios de ensaios acreditados à Cgcre. O projeto desenvolvido pela gerente técnica do LABELO, Noara Foiatto; o coordenador da Qualidade, Carlos Bindé; coordenador de relacionamentos, Maurício Ávila e o coordenador dos laboratórios de calibração, Marcus Viegas Pinto, venceu na categoria Organismo de Avaliação da Conformidade e propõe uma melhoria na forma de apresentação dos serviços que os laboratórios estão aptos a realizar para o Inmetro, em que a declaração da melhor capacidade de medição é fator decisivo para a escolha de laboratórios pelos fabricantes e importadores, que podem avaliar a qualificação de metodologias e a confiabilidade de resultados das atividades de ensaios.
O prêmio foi entregue no dia 2 de dezembro, no Rio de Janeiro, pelo presidente do Inmetro, João Alziro Herz da Jornada. O evento foi conduzido pelo coordenador geral de acreditação, Marcos Aurélio Lima de Oliveira.
Comunicamos que o LABELO/PUCRS estará em férias coletivas no período de 21 a 30 de dezembro de 2011, retornando à suas atividades no dia 02 de janeiro de 2012.
Solicitamos que a agenda dos serviços de calibração e ensaios seja respeitada, para que possamos atendê-lo da melhor maneira possível.
Observação: No período de dezembro de 2011 serão realizados apenas os serviços previamente agendados. Favor consultar a agenda 2012.
Desde já agradecemos a colaboração e a parceria conquistada e mantida por mais este ano.
Ensaios com medidores de energia são destaque no jornal O Globo e no site do Inmetro)
Os ensaios para aprovação de modelo de medidores de energia elétrica foram tema da última edição da parceria entre o Inmetro e a coluna Defesa do Consumidor, do jornal O Globo, no último domingo, dia 6 de novembro. A reportagem acompanhou os testes realizados em laboratórios das diretorias de Metrologia Legal e de Metrologia Científica do Inmetro. Um vídeo também foi publicado no site do jornal mostrando os bastidores dos ensaios.
A coluna também promoveu entrevistas com a engenheira Ana Maria Franco, chefe do Lapen, que exibiu um teste de temperatura realizado em um medidor utilizado em subestações, e com o técnico metrologista Paulo Henrique Franck, que verificou se a funcionalidade dos modelos de medidores de energia estava correta.
Leia a matéria
aqui Fontes: Jornal O Globo - 06/11/2011 e Site do Inmetro - 08/11/2011.
Requisitos de avaliação da conformidade para a certificação voluntária de bens de informática (TI)
Foi publicada no dia 19 de Setembro, no site do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia(INMETRO) para consulta pública, a Portaria nº 368/2011 que aprova os requisitos de avaliação da conformidade para a certificação voluntária de bens de informática (TI).
Independente de ser uma certificação voluntária, para que uma empresa forneça bens de informática a órgãos públicos, por meio de licitações, é obrigatório que o produto atenda os requisitos de normalização e conformidade do INMETRO, conforme Decreto 7174/2010 da Casa Civil, com a realização desses ensaios além de um diferencial de mercado a empresa estará se antecipando ao processo de certificação que possivelmente será compulsório em um futuro breve.
A Portaria estará em consulta pública em um período de 60 dias desde o dia de sua publicação, para que sejam apresentadas sugestões e críticas relativas aos textos propostos.
Clique aqui para ver documento completo da Portaria 368/2011.
Clique aqui para ver documento completo do Decreto 7174/2010 da Casa Civil.
Contribuições deverão ser encaminhadas para os seguintes endereços:
Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia - INMETRO
Diretoria da Qualidade - Dqual Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade - Dipac
Rua da Estrela n.º 67 - 2º andar - Rio Comprido CEP 20.251-900 - Rio de Janeiro - RJ, ou
E-mail:dipac.consultapublica@inmetro.gov.br.
O LABELO-PUCRS realiza ensaios para bens de informática (TI). Informações adicionais sobre tais ensaios podem ser obtidas em consulta a nossa equipe pelo telefone 51 33203551 ou pelo e-mail labelo@pucrs.br.
Entre os dias 27 e 30 de setembro de 2011 o LABELO participa na cidade de Natal, Rio Grande do Norte do Metrologia 2011. Com o propósito de fortalecer o desenvolvimento da metrologia e da instrumentação elétrica o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), a Confederação Internacional de Metrologia (IMEKO) e a Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM) têm a grata satisfação de anunciar a realização do 18o Simpósio Internacional do Comitê Técnico de Medidas Elétricas da IMEKO e o 9º Congresso Internacional de Metrologia Elétrica - IX Semetro.
O Semetro é um tradicional congresso realizado pelo Inmetro e a Sociedade Brasileira de Metrologia (SBM), com o propósito de fortalecer a metrologia, congregando pessoas e entidades a produzir conhecimento e cultura científica, fomentando o intercâmbio de especialistas e pesquisadores do País e do exterior.
O LABELO participa do evento com a apresentação de dois artigos:
Estimativa da capacidade de medição de ensaios aplicados a fornos de micro-ondas segundo a IEC 60705
Autores: Noara Foiatto, Marcus Vinicius Viegas Pinto, Gabriel Martins, Jefferson Petersen, Leandro José Weschenfelder
Data: 29/09/2011
Horário: 15h 00min - 15h 20min
Sala: Flamboyant 1
Automação aplicada a ensaios para determinação do rendimento de motores elétricos trifásicos de indução
Autores: Noara Foiatto, Marcus Vinicius Viegas Pinto, Gabriel Martins, Lucas Telli, Mauricio Ávila
Data: 29/09/2011
Horário: 17h 10min - 17h 30min
Sala: Flamboyant 1
O evento é realizado no Praiamar Natal Hotel & Convention:
Rua Francisco Gurgel, 33 - Ponta Negra - Natal - RN
Consumo versus economia - Justifica o banimento das lâmpadas incandescentes?
Com o fechamento de suas fábricas de lâmpadas, o Brasil passou a integrar o grupo de importadores de lâmpadas, desde o início de 2010. Entretanto, a maior preocupação dos organismos nacionais de Resíduos Sólidos tem sido o destino final das lâmpadas fluorescentes eletrônicas, pois tem na sua composição o mercúrio, metal pesado de alto grau de toxicidade.
Para solucionar esta problemática, os fabricantes estão investindo em meios sustentáveis de reciclagem, de forma que o consumidor final não seja o prejudicado.
Mercado crescente resultando em 2010 um faturamento de mais 500 milhões de dólares no país. Tudo isso se deve ao baixo custo que as lâmpadas ditas compactas eletrônicas representam para o consumo brasileiro, reduzindo significativamente a importação das lâmpadas tubulares.
Como o mundo busca economia associada à eficiência energética, os indicadores que medem a demanda global apontam para um crescimento acima de 60% de luz artificial em 2030. O que evidencia esta tendência é o banimento das lâmpadas incandescentes. As negociações estão voltadas para a adesão do Brasil em adotar a "Declaração de Santo Domingo", que prevê a eliminação progressiva das lâmpadas incandescentes, onde 26 países da América Latina e Caribe fazem parte. Se isso acontecer, representará uma economia, somente ao Brasil, de aproximadamente US$2 Bilhões. E, somando-se toda a América Latina e Caribe, os cofres desses países poderão poupar o equivalente a mais de US$4 Bilhões em custo de energia. Deve-se considerar, por outro lado, que este esforço implicará em uma redução de mais de quatro bilhões de toneladas às emissões de CO2 no Brasil, já em 2012.
LED - Sonho ou realidade.
O Brasil vem ocupando espaço promissor, pois sempre foi muito receptivo a novas tecnologias e em se tratando de soluções para reduzir a emissão de gases poluentes, consumo energético e a preocupação com a economia, a introdução de lâmpadas LEDs terá um crescimento na ordem de 250 mil unidades/ano, para 100% em 2012. Como o custo da produção ainda é considerado elevado, a fabricação em larga escala levará um tempo longo para se concretizar.
À medida que a tecnologia vai tomando um crescente e os consumidores passam a aceitar como rotina em suas atividades, certamente que os custos irão baratear e a procura se tornará maior. As lâmpadas LED podem substituir as lâmpadas convencionais em ambientes que estas não eram capazes de iluminar, por estarem presentes em espaços reduzidos ou de difícil acesso. Para a completa inserção das lâmpadas LEDs no Brasil, algumas normas Internacionais estão sendo analisadas e traduzidas. As normas definem as especificações técnicas e ensaios, tanto para desempenho como para segurança.
Normas como a IEC 62504 - Termos e definições para LEDs e os módulos de LED de iluminação geral; IEC
6256
0 - Lâmpadas LED com dispositivo de controle incorporado para serviços de iluminação geral para tensão > 50 V - Requisitos de segurança; IEC 62612 - Lâmpadas LED com dispositivos de controle incorporado para serviços de iluminação em geral > 50 V - Requisitos de desempenho; IEC 62031 - Módulos de LED para iluminação em geral - Requisitos de segurança e IEC 62663-2 - Lâmpadas LED sem dispositivo de controle incorporado de base única - Requisitos de desempenho.
Estas normas são periodicamente discutida em reunião Inmetro/Eletrobrás, estão em pauta todas relacionadas as lâmpadas LEDs. Acredita-se que até o final de 2012, já se tenha uma regulamentação do uso e fabricação do produto.
Fonte: Revista Lumière - Instalações e materiais elétricos - Ed. 160 - Agosto/2011.
A sociedade brasileira tem buscado cada dia mais, enquanto consumidora, adquirir produtos que tenham alguma garantia de qualidade. Nesse quesito - qualidade - os produtos que possuem a certificação Inmetro atendem a essa expectativa dos consumidores. Esse cenário tem motivado também que grandes empresas e governos, seja do âmbito municipal, estadual ou federal, busquem condicionar a participação de fornecedores em editais, somente a empresas que possuem os seus produtos certificados por um Organismo de Avaliação da Conformidade Acreditado pelo Cgcre.
Um grande fomento nesse sentido foi dado pelo Governo Federal, ao publicar em agosto de 2010 o Decreto 7.174, que determina, entre outros itens, que qualquer setor do governo federal somente poderá adquirir bens de informática, se os produtos a serem a adquiridos por meio dos respectivos editais apresentarem a certificação mediante a ensaios de conformidade, fornecida por um organismo acreditado ao INMETRO, que atenda os seguintes requisitos:
a) segurança para o usuário e instalações;
b) compatibilidade eletromagnética;
c) e consumo de energia.
O LABELO-PUCRS já vem realizando ensaios para avaliação da conformidade há mais de 10 anos, não restringindo-se a bens de informática, mas atuando também em outros escopos representados por produtos como eletrodomésticos, eletromédicos, pilhas, baterias, fios, cabos, plugues, tomadas, equipamentos para iluminação pública e residencial e equipamentos utilizados em áreas classificadas (atmosferas explosivas). O LABELO-PUCRS ao longo de seus 20 anos de acreditação tem auxiliado a indústria a desenvolver e comercializar seus produtos apoiando a participação de empresas em diversas licitações que condicionam a necessidade de produtos estarem certificados.
Independente de qual seja seu caso, e tipo de produto, consulte-nos através do e-mail labelo@pucrs.br, e fortaleça os negócios da sua empresa, buscando um diferencial de mercado por meio da certificação de seu produto!
No dia 28 de agosto de 2011, uma coluna de Defesa do Consumidor do Jornal O Globo, destacou a regulamentação do INMETRO para diversos produtos eletrodomésticos, referente a Portaria nº 371/2010 que entrou em vigor no mês de julho desse ano.
"A lista vai do liquidificador a chapinha de cabelo, do aspirador de pó ao cortador de grama, passando por barbeador, churrasqueira elétrica, máquina de costura, fritadeiras. Pensou em eletrodoméstico, ele estará no rol de certificação", destacou a reportagem, frisando que segurança ao consumidor é o principal item da regulamentação compulsória.
O Inmetro disponibiliza para consulta pública, até o dia 9 de setembro, as propostas de texto para regulamentação compulsória de agulhas, seringas e equipos comercializados no Brasil, atendendo aos requisitos das Resoluções da Diretoria Colegiada (RDC) da Anvisa. O objetivo das certificações - que tiveram como base o teste realizado para o Programa de Análise de Produtos, com normas e regulamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - é proteger a saúde e segurança do consumidor.
A certificação resultará na obrigatoriedade do selo de identificação da conformidade em todos os produtos e permitirá a fiscalização direta no varejo. Depois da publicação da portaria, prevista para acontecer até 60 dias depois do fim do período de consulta pública, os fabricantes (nacionais e importadores) terão de cumprir os prazos estipulados pelas Resoluções da Diretoria Colegiada (RDCs), números 3, 4 e 5 da Anvisa. Após o período, fabricantes, importadores e comerciantes que apresentarem produtos não conformes estarão sujeitos às penalidades previstas na Lei.
O LABELO é o primeiro laboratório no Brasil acreditado ao INMETRO para realização de ensaios em agulhas, seringas e equipos.
Entre em contato com nossa equipe para saber mais a respeito.
Última etapa para a implantação do novo modelo de tomadas no país começa dia 01/07/2011
As lojas agora só poderão vender produtos com plugues redondos. A maioria dos aparelhos terá dois pinos. Segundo o Inmetro, como não há um padrão internacional, foi preciso criar um para o Brasil.
A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul por meio do seu Laboratório Especializado em Eletroeletrônica (LABELO-PUCRS), no dia 17/12/2010, recebeu o Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia - Procel 2010 - concedido pelo Ministério de Minas e Energia, do Governo Federal, juntamente com a Eletrobrás e o INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). O LABELO-PUCRS recebeu o Prêmio Procel de Economia de Energia, em reconhecimento às ações desenvolvidas no âmbito da eficiência energética nacional e na realização de ensaios para a concessão do Selo Procel em equipamentos destinados a uso doméstico, como refrigeradores, condicionadores de ar, televisores , lâmpadas compactas, ventiladores, motores elétricos trifásicos de indução e reatores eletrônicos.
O Selo Procel tem como um dos objetivos orientar o consumidor no ato da compra, indicando os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética dentro de cada categoria, e proporcionando com isso economia no consumo de energia elétrica. De acordo com o chefe da divisão de equipamentos da Eletrobras, os aparelhos que exibem o Selo Procel são cerca de seis vezes mais econômicos se comparados a produtos da mesma categoria que não possuem o Selo Procel.
Na ocasião da cerimônia de premiação do Selo Procel, além dos destaques de premiação, também foram apresentadas algumas novidades, como a inclusão de novos itens à lista de avaliação da conformidade de produtos comercializados no País. Neste sentido, foram incluídas as classificações referentes ao consumo energético para o modo de espera (stand by) dos televisores LED e para reatores eletrônicos utilizados em lâmpadas fluorescentes tubulares.
A cerimônia de premiação, no Rio de Janeiro, contou com a participação do coordenador de Relacionamentos do LABELO-PUCRS, Mauricio Wahast Ávila. "Recebemos com muita satisfação as premiações, pois é um reconhecimento de importância no âmbito da atuação nacional do LABELO-PUCRS, visto que somos um dos poucos laboratórios que realizam esse tipo de atividade no Brasil", destacou Mauricio. Ele atribui o reconhecimento ao trabalho em equipe dos laboratórios de ensaios e de calibração do LABELO-PUCRS envolvidos nos processo de etiquetagem há mais de 5 anos. "Prova disso é que pelo quarto ano consecutivo estamos recebendo esse grandioso prêmio".